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Brasil, o país dos incompetentes públicos,E QUE VENHA A COPA 2014 \0/

Musa da Copa, Larissa Riquelme é assaltada em Ipanema

Ladrões roubam celular, câmeras e documentos da paraguaia

POR SARA PAIXÃO

Rio - Os gritos de uma bela mulher de biquíni assustaram quem passava pela Avenida Viera Souto na altura da Rua Farme de Amoedo, no domingo por volta das 13h30. Tratava-se da modelo paraguaia Larissa Riquelme, 25 anos, musa da torcida de seu país durante a Copa do Mundo da África do Sul.

Foto: EFE
Os ladrões levaram celular, documentos, passaporte e duas câmeras digitais | Foto: EFE

No passeio pela orla de Ipanema com a irmã, o namorado e uma amiga, a beldade foi abordada por dois bandidos que levaram celular, documentos, passaporte e duas câmeras digitais do grupo. Ela pediu socorro a policiais do 23º BPM (Leblon) que estavam em uma viatura próxima. Os bandidos fugiram.

“Chamamos o Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas para encaminhá-la à Delegacia Especial de Atendimento ao Turista. Mas ela não quis ir, porque assim perderia seu voo. Ela disse que preferia dar os documentos como perdidos”, contou o soldado Márcio, do 23º BPM.

Larissa ficou mundialmente conhecida como a musa da torcida paraguaia depois de prometer posar nua se seleção do Paraguai fosse campeã da Copa. O título não veio, mas, mesmo assim, ela tirou a roupa.

Do Paraguai, parentes de Nino Méndez, agente e namorado de Larissa, confirmaram o assalto. Por telefone, uma jovem que disse ser filha de Nino contou que o grupo está bem e que Larissa foi roubada.

Entre os bens perdidos, estaria o celular fotografado algumas vezes entre os seios da modelo. Na viagem ao Brasil, ela veio divulgar as fotos de seu ensaio sensual para o site ‘Paparazzo’.



FONTE : O Dia






segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais da nossa ótima segurança publica - Ô BRASILZINHO DE MERDA ESSE !

Motorista acusa PMs de extorsão e agressão

Em mais uma denúncia envolvendo policiais, vítima afirma que levou soco por estar sem R$ 200 para pagar propina e não ter veículo apreendido. Estudante sofreu fratura no rosto

Rio - Um IPVA atrasado e o bolso vazio valeram ao motorista profissional e estudante B. D., de 27 anos, uma fratura no rosto resultante de um soco, em mais um possível caso envolvendo PMs cobrando propina. A agressão aconteceu, segundo ele, depois que dois policiais militares teriam tentado extorqui-lo pedindo R$ 200 “para o café do colega”.

Foto: Paulo Alvadia / Agência O  Dia
O estudante B. está com habilitação em dia, mas com o IPVA do carro atrasado. Policiais o teriam agredido com socos e tapas | Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia

O dinheiro serviria para liberar a Fiat Uno verde do rapaz em situação irregular e que deveria ter sido rebocada. Como só tinha R$ 30 e preferiu ir à delegacia, B. disse que os PMs ficaram irritados e teria apanhado com socos e tapas.

“Eles disseram que R$ 30 era esmola e ameaçaram me jogar na viatura e me prender”, contou o estudante.

Ainda não identificados, os policiais teriam abordado B. na Estrada Vicente de Carvalho, em Vaz Lobo, por volta de 23h30, quando voltava de um curso. Ontem de manhã, o jovem formalizou a denúncia contra os PMs na 4ª Delegacia de Polícia da Justiça Militar (DPJM), no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar (CFAP), em Sulacap, Zona Oeste.

“Estou com medo. Mesmo que eles sejam presos agora, depois vão sair, e aí a gente não sabe. Não quis registrar na delegacia mais perto no mesmo dia porque tive receio de cruzar com eles no caminho ou lá dentro. Podiam fazer coisa pior”, destacou ele.

O motorista informou que seu carro está com o IPVA atrasado e um lacre da placa violado. Após constataram os problemas, os dois PMs teriam insinuado que o carro do estudante poderia ser roubado ou estar adulterado.

Aluno de Português e Matemática para concurso no curso Degrau, em Madureira, o rapaz contou que havia levado um amigo de carona até o Largo do Bicão e foi parado pela PM quando seguia para casa.

Corregedoria da PM abre investigação

Após o depoimento da vítima na 4ª DPJM, a Polícia Militar decidiu analisar a escala de serviço da noite de sexta-feira na região e pedirá à Secretaria Estadual de Segurança os registros dos aparelhos GPS de viaturas. Hoje Bruno deve tentar reconhecer fotografias de policiais.

Na noite de sábado, agentes da Corregedoria da Polícia Militar estiveram na casa da vítima para ouvi-lo. “Ele não quis ir com eles, entrar no carro com os policiais”, contou um amigo de B.

Em nota, a PM informou, no sábado, que precisava de dados concretos para iniciar a investigação e estimulou cidadãos prejudicados a denunciar irregularidades de policiais.

Dificuldade para registrar e ser atendido


Na noite da agressão, B. cchegou a procurar a 28ª DP (Campinho), mas não pôde registrar a denúncia pelo fato de o caso ter acontecido fora da jurisdição da delegacia. Ajudado por um amigo e a namorada, ele esteve no dia seguinte na 29ª DP (Madureira), mas também conseguiu registrar a agressão. A alegação foi de que o sistema não funcionava.

Orientado a buscar ajuda médica, B. foi ao Hospital Salgado Filho, no Méier, onde não havia oftalmologista. Ele conseguiu ser atendido no Hospital Souza Aguiar, no Centro. Bruno só registrou o caso na 23ª DP (Méier) sábado à tare. Também fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).


Fonte : O Dia






 
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