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Já que estão dando nosso minério,por que os senhores governantes não dão o cú pra eles também ?

O TÍTULO DESTE POST É DE AUTORIA DO DONO DESTE BLOG E O TEXTO ABAIXO FOI ACHADO NO SITE DO YAHOO.E Lúcio Flávio Pinto autor do texto abaixo,NÃO REFLETE O TÍTULO DESTE POST.
Se não gostou do título,sabe onde me achar e posso te mandar pra puta que pariu pessoalmente seu corrupto filho da puta que fode meu país com sua viadagem de beneficiar ricos empresários safados como você.Peço muito a Deus todos os dias,que quando você morrer,safado,atochem todo seu dinheiro pelo seu rabo até que as flores do seu caixão façam um morro com sua barriga,cheia de dólares,e você gaste tudo no inferno que é pra onde você vai,e sua família que sabia do seu roubo e apoiava passe fome até a 4ª geração e lembrem que tudo que passarem vai ser por culpa sua,seu otário ladrão !

Que seja escrito e que se cumpra !
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Segue o texto sobre como somos roubados...


O alumínio se vai




Lúcio Flávio Pinto
Por Lúcio Flávio Pinto . 01.06.10 - 20h22


O novo milênio não esperou pelo lento movimento do calendário: começou em 1973, com o primeiro choque do petróleo, que multiplicou por seis o custo da energia no mundo. Seus efeitos aproximaram duas regiões distantes e distintas, até então com poucos contatos: a Amazônia e o Japão.

A Amazônia tinha muita energia, mas essa riqueza ainda estava inexplorada. O Japão exaurira tanto suas próprias fontes para poder crescer muito que se veria obrigado a suprimir do seu território as atividades altamente consumidoras de energia.

A maior delas era – e continua a ser – o alumínio. O Japão produzia todo metal que consumia (1,2 milhão de toneladas), a partir de 41 fábricas. Todas seriam fechadas. A maior delas seria aberta do outro lado do planeta, com capacidade para atender a 15% de todas as necessidades japonesas. Ela produziria apenas lingote, a forma industrial mais próxima da energia bruta (30% do seu conteúdo é pura energia).

Se houvesse tecnologia adequada e ela fosse viável economicamente, o Japão construiria uma linha de transmissão sobre o mar, por 20 mil quilômetros, para receber energia em seu território e desdobrá-la em toda a série de manufaturas de alumínio, da chapa para a construção civil ao componente de máquinas sofisticadas, como o computador.

Albrás
Há um quarto de século a Albrás, a oitava maior fábrica de alumínio do mundo, manda metal primário para o Japão, a um preço inferior ao custo que o produto teria se fosse produzido em território japonês. Graças a essa engenharia bem sucedida, o Japão pôde acabar com seu parque industrial sem ficar com problema de suprimento – e ainda teve lucro. Não só por receber um metal mais barato como porque toda a agregação de valor ocorreu no próprio país.

Não é à toa que o local onde ocorre o beneficiamento se desenvolve muito mais do que de onde apenas saem matérias primas e insumos básicos. Tem sido a regra das relações internacionais. Desde que o primeiro lingote foi fundido em Barcarena, a 50 quilômetros de Belém, o Pará sonha em ir além da matéria prima e do produto semi-elaborado. Durante 25 anos teve que se contentar com sua função colonial porque os dois sócios na Albrás, os japoneses e a antiga Companhia Vale do Rio Doce, alegavam que ir além do lingote não era possível. No futuro, talvez. Agora, esse futuro acabou.

No mês passado, a Vale decidiu sair do setor de alumínio, vendendo sua parte – por um valor global de quase US$ 5 bilhões, sendo US$ 1,1 bilhão em dinheiro vivo e o restante em composições – para uma empresa muito menor do que ela, a norueguesa Norsk Hydro. A Hydro, que se estabeleceu na Amazônia nos anos 1990, em posições minoritárias em bauxita e alumina, atuava apenas na ponta da linha da transformação do metal na Noruega. Agora é uma indústria integrada, desde o minério.

A ex-estatal transferiu a propriedade não só da Albrás, mas também da Alunorte, a maior fábrica de alumina do mundo, e uma das maiores minas de bauxita, em Paragominas, tudo no Pará (que é o terceiro maior produtor mundial do minério).

Ao invés de ir para frente, chegando a laminados ou perfilados, a Vale andou para trás. Desnacionalizou um dos maiores polos integrados de um dos metais de maior importância na economia internacional, agora nipo-norueguês. O que sobra das multinacionais, que agora dominam o setor, é um cartel nacional, do grupo paulista Votorantim, da família Ermírio de Moraes.

O mais surpreendente é que um fato desse porte mereceu apenas rápidos registros na grande imprensa nacional e quase nenhuma repercussão junto à opinião pública. Não é só a dimensão do negócio que deveria chamar a atenção de todos. As duas fábricas vendidas tiveram no ano passado faturamento bruto de 4,2 bilhões de reais (o equivalente a quase metade de toda a receita do Pará) e um lucro de R$ 385 milhões. Seus ativos somam R$ 9,4 bilhões, o patrimônio líquido é de R$ 6,5 bilhões e o capital social alcança R$ 4,1 bilhões. Números que não incluem a jazida de bauxita de Paragominas. Com produção de quase 10 milhões de toneladas (que pode durar um século), proporciona receita superior a R$ 400 milhões a cada ano.


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LEIA MAIS SE VOCÊ ACHA QUE A RIQUEZA DO BRASIL É NOSSA MESMO E VEJA OS CAVALOS DO NOSSO BRASIL NO PODER !


Nota : Continue lendo e veja que nossa riqueza não é NOSSA COMO TAMBÉM NÃO É O PETRÓLEO....to desconfiado que nessa estoria toda tem uma viadagem no poder(nada contra os Gays,mas viado ladrão eu não suporto ! ) ...uma meinha,um comendo a bunda do outro por poder,uma viadagem na elite empresárial a muito tempo com outros empresários de outros países ...tipo :

- ahhh você me come e eu deixo sua empresa roubar o alumínio todo do Brasil !...

- Aaah você deixa eu comer sua bunda e você pode explorar o minério que quiser na Amazônia afinal quem vai me contrariar ? Eu tenho a força... He-Man \0/ Opss! digo She-Ra !!!

TOMÁ NO CÚ PRA LÁ COM SUAS BURRICES !!!





quarta-feira, 2 de junho de 2010

 
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