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CAMBADA DE VEREADOR BURRO E COM PREGUIÇA DE ESTUDAR A ESTRUTURA DA CONSTITUIÇÃO !AQUI SE CRIA LEI PARA ROUBAR !


10/12/2009 - Cariocas vão pagar mais um imposto: a taxa de luz

Cariocas vão pagar mais um imposto: a taxa de luz
Tributo, que varia entre R$ 2 e R$ 90, foi aprovado ontem na Câmara Municipal por 34 a 12

Rio - Mais um imposto vai pesar no bolso do carioca a partir do ano que vem. A Câmara Municipal aprovou ontem, por 34 votos a 12, a criação da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip), taxa mensal que vai variar entre R$ 2 e R$ 90, dependendo do consumo de energia da residência ou comércio. A proposta — que, em maio, era rejeitada por 31 parlamentares conforme levantamento feito por O DIA na época — foi aceita por mais de 60% da Casa. Ou seja, 17 políticos mudaram de ideia em menos de seis meses. Após manobra da base governista, o projeto de lei de autoria do vereador Luiz Carlos Ramos (sem partido) foi colocado em pauta e aprovado em duas discussões. O prefeito Eduardo Paes pretende sancionar a lei. Outros municípios já tentaram criar a taxa, que foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.






Clic na imagem para ver a cara do(a) sorridente que colocou na sua bunda !kkk

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Cariocas vão pagar mais um imposto: a taxa de luz
Tributo, que varia entre R$ 2 e R$ 90, foi aprovado ontem na Câmara Municipal por 34 a 12

O novo imposto estará incluído na fatura mensal da Light. Quem consome até 80 kWh de energia estará isento. Acima de 10.000 kWh, o valor cobrado a mais chegará a R$ 90. O dinheiro vai para o Fundo Especial de Iluminação Pública, vinculado à Secretaria Municipal de Obras. Parlamentares contrários à proposta questionaram o destino do dinheiro arrecadado. “Recurso vinculado não é garantia de nada. Por acaso a CPMF era usada na saúde?”, criticou a vereadora Clarissa Garotinho (PMDB), uma das 12 parlamentares que votaram contra a proposta na segunda discussão — 34 disseram ‘sim’, 3 faltaram à sessão, e Patrícia Amorim (PMDB), recém-eleita presidente do Flamengo, assinou presença e foi embora sem participar. Eliomar Coelho (PSOL) votou contra na primeira discussão e deixou o plenário. “Esses recursos serão usados só na iluminação pública. As pessoas vão entender que é para o bem delas”, discursou o líder do governo, Adilson Pires (PT).

A votação mobilizou a Câmara dos Vereadores: 60% dos parlamentares votaram a favor do novo tributo, que será cobrado na conta de luz. Base governista atuou pela aprovação

A previsão de arrecadação com a nova taxa é de cerca de R$ 120 milhões por ano. “Vamos criar um imposto que vai render mais do que tem hoje a RioLuz. Não há necessidade”, disse Paulo Pinheiro (PPS), em referência à execução orçamentária da RioLuz. Em 2009, a autarquia teve previsão de R$ 53 milhões em caixa, ampliados para R$ 60 milhões durante o ano. Mas só R$ 40 milhões foram empenhados pela prefeitura e R$ 33,8 milhões efetivamente pagos. “Sou da base do governo, mas não digo amém para tudo que a prefeitura quer”, afirmou Reimont (PT), que foi contra.

Em nota, Paes alegou que a ideia de criar o imposto não foi dele: “O projeto foi iniciativa da administração passada e vem sendo discutido há muito tempo. A aprovação é importante para a cidade. O Rio é das poucas capitais do País em que a taxa não é cobrada. O projeto do meu antecessor tem o objetivo de reparar a distorção. Minha intenção é sancioná-lo”.

Paes se referia ao projeto que tramitava na Câmara — enviado pelo ex-prefeito Cesar Maia em 2003 — para criar a Cosip. O antigo texto estipulava que o tributo seria de R$ 3,50, cobrado no IPTU de cada imóvel. Ficariam isentos os que já não pagam o imposto predial. O orçamento de 2008 chegou a prever que a nova taxa arrecadaria R$ 3,5 milhões ao ano, mas a proposta nunca foi levada adiante pela gestão de Cesar. Este ano, Luiz Carlos Ramos apresentou o substitutivo ao projeto vinculando a tributação à conta de luz. O Fundo Especial da Iluminação Pública será criado pela prefeitura via decreto, o que causou revolta de vereadores da oposição.

Segundo o procurador jurídico federal Leandro Velloso, o projeto aprovado na Câmara é ilegal. Segundo ele, o IPTU pago pelos cariocas já inclui percentual destinado à iluminação pública. “Qualquer um poderá entrar na Justiça. O Ministério Público também poderia propor uma ação coletiva, assim como os condomínios”, afirmou.

Quórum multiplicado para aprovar tributo

O projeto que cria o ‘imposto da luz’ furou a fila de vetos e outras propostas que estavam na pauta da Câmara graças à habilidade da base governista. Às 14h30, a sessão ordinária foi derrubada por falta de quórum. Pouco depois, a quantidade de vereadores se multiplicou como em um ‘passe de mágica’, e uma sessão extraordinária foi convocada pela Mesa Diretora. Assim, o projeto de criação da taxa foi colocado em pauta.

Durante as discussões, o vereador da oposição Eider Dantas (DEM) tentou adiar a votação, sem sucesso. Após aprovação em primeira discussão, os vereadores votaram a não-publicação da sessão no Diário Oficial, o que permitiu realizar uma nova rodada extraordinária a partir das 19h15. “Foi um rolo compressor. A Câmara não está trabalhando para o cidadão, mas para a prefeitura”, disparou Paulo Messina (PV).

Fonte: O DIA Online



NOTA:Tinha que ser assim...criou lei burra ..os outros cavalos foram atrás e votaram a favor e contra a constituição e prejudicou a população com a burrice...tem que cada um tomar um processo no meio do rabo para deixar de ser preguiçoso e estudar o que faz.50 votaram na burrice ...mete processo nos 50 ...tem que juntar uma ação pública e todos os cariocas ou mesmo no caso de outros estado(burrice não é uma exclusividade do Rio) e processar todos ...e o prefeito junto se sancionou,contrariando a constituição...assim pra ver se tomam vergonha na cara e vão ler a constituição de cabo a rabo até Jesus Cristo voltar(mais 2.000 anos tá de bom tamanho) !!! ré ré ré !!!fazem merda e meio mundo se fode ..depois cancelam,e o prejuízo quem paga?...me lembra essa pragas da Light(empresa de energia elétrica)colocaram umas merdas de caixas com lente lá no alto do poste(coisa de cavalo mesmo)o Inmetro não aprovou mais as que ficaram,ficaram ...e os trouxas que tem ...não sabem se o caolha do marcador ..acertou mesmo ..e assim vão levando as burrices aqui no Brasil ...Agora seu eleitor CORNO DO CARALHO,PARA DE VER ESSA PORRA DE FAZENDA E BIG BOSTA BROTHER E PORRA DE NOVELA E ACORDA...vê se faz como eu e como muitos fizeram em brasília com o governador cara de panetone...ou tu para de votar como eu faço ...tem 5 eleições já ...ou quebra a porra toda ...ou tu vai ser mais um filho da puta votando em filho da puta...EU TO DE SACO CHEIO DESSE PAÍS...DEMOCRACIA É A PUTA QUE PARIU ...TO DE SACO CHEIO DE LADROAGEM E NEM O JUDICIÁRIO FAZ PORRA NENHUMA ...A POLÍCIA FEDERAL PRENDE E A PANELINHA SOLTA...DINHEIRO NA CUECA,E DANÇA NO CONGRESSO.É VEREADOR ,SENADOR CRIANDO LEI BURRA,INCONSTITUCIONAL PARA ROUBAR MAIS...É CRIAÇÃO LEI PARA COLOCAR MAIS 7.343 VEREADORES PARA FAZER MAIS MERDA...TOOOOO DE SACO CHEIO DESSE PAÍS...DE SACO CHEIO DESSE GOVERNO DE SACO CHEIO DE VEREADOR DE PREFEITO BURRO DE GOVERNADOR BURRO ..DE PRESIDENTE SEMIANALFABETO,SEMI SEI LÁ QUE PORRA MAIS ...DE SACO CHEIO DE POVO RECLAMAR E NÃO FAZER NEM UMA PORRA DE UM BLOG PRA XINGAR ESSA CAMBADA DE LADRÃO ...ENTÃO VÃO TODOS PRA PUTA QUE Ô PARIU !!! QUERO IR PRA MARTE ..VÃO SE FUDER SEUS JEGUES !!!!



A BURRICE NUNCA MATA SEU(s) HOSPEDEIRO(s)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O NOJO QUE É BRASÍLIA A TEMPOS !


CURRICULAS PARLAMENTARES - DEPOIS, PERCEBE-SE MUITA COISA . . .

Denúncia leva a nova investigação
de homicídio no STF,
que já tinha quatro casos
envolvendo deputados
Angélica Santa Cruz - ESTADO DE S. PAULO

Na tarde de sexta-feira, o deputado Carlos Willian de Souza (PTC-MG) saiu da casa onde mora com a mulher e os três filhos, em Belo Horizonte, olhou para os dois lados - “só por precaução”, como definiu - e subiu no telhado para instalar um sistema de segurança com alarmes e cercas elétricas. “Deus é meu grande protetor, mas não custa me prevenir mais um pouco. Se nem no Congresso a gente pode mais andar sossegado...”, explicou.Na semana em que o Senado ainda era dominado pela crise institucional causada pelas suspeitas que rondam seu presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL), a Câmara foi tomada pela repercussão da denúncia de uma tentativa de homicídio entre seus pares. Segundo a Polícia Civil de São Paulo, Carlos Willian escapou da mira de um pistoleiro contratado por outro deputado, Mário de Oliveira (PSC-MG) - e só se livrou da morte por encomenda porque fugiu de sua rotina ao se juntar a uma comitiva de parlamentares para pegar carona no avião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que voltava de uma solenidade em Belo Horizonte.Mário de Oliveira foi eleito com 77. 719 votos, está no sexto mandato como deputado e é presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular, uma das maiores denominações pentecostais do País, com 7.556 templos, 2. 900 ministros e 1,6 milhão de fiéis. Seu nome apareceu por acaso em escutas feitas pela polícia. Em um diálogo, um funcionário da igreja, Odair da Silva, contratava um matador chamado Alemão e dizia que o mandante do crime era “Mário de Oliveira”. Com o negócio fechado por R$ 150 mil, o pistoleiro disse que seguiria Willian até o aeroporto e concluiu: “Na estrada eu emborracho ele.”Ao longo da semana, o assunto dominou a Câmara. Na noite de terça-feira, o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), foi aplaudido depois de interromper um duelo de discursos entre Willian e Oliveira - que aproveitaram o plenário cheio por conta dos debates da reforma política para contar suas versões do caso de pistolagem.Chacoalhando documentos policiais, Willian denunciou o “plano sórdido” para matá-lo. “Tem anotações do meu endereço! Das placas dos meus carros! E gravações em que o deputado Mário de Oliveira pede garantias de que o serviço seja feito!”Logo depois, Oliveira discursou. Disse que foi vítima de uma armação, garantiu que é um homem pacato e arrematou: “Não mato nem um passarinho!”Quando saiu do plenário e andou em direção ao seu gabinete, Oliveira ouviu de um funcionário da Casa: “O pastor matador está passando!” Olhou de volta para o autor do comentário e seguiu em frente. Atrás dele, um de seus assessores respondeu: “Mas as pessoas não respeitam mais nem os deputados?”A rixa entre Carlos Willian e Mário de Oliveira começou em 2002. Ex-assessor do presidente da Quadrangular, Willian foi o deputado mais votado entre os candidatos da igreja - mas recebeu ordem para renunciar e dar a vaga ao suplente. Ele se recusou a abrir mão do cargo e foi expulso da Quadrangular. Nas eleições de 2006, foi eleito outra vez, com 35.681 votos. E diz que foi xingado por Oliveira já no dia da posse.A Câmara criou comissão de sindicância com cinco integrantes para apurar as denúncias. O caso se transformou no inquérito de número 2.567 no Supremo Tribunal Federal (STF). Os deputados evitam se encontrar. Antes de embarcar no vôo para Belo Horizonte, na manhã de quinta, pediram que assessores checassem se o outro não estaria no mesmo avião.“Espero que as investigações cheguem a algum lugar, porque agora eu tenho medo até de sair de casa. Só escapei desse homem pela vontade de Deus”, queixa-se Willian.Levantamento feito pelo Estado no STF mostra que há quatro deputados da atual legislatura citados em processos por homicídio - e em nenhum deles se pode dizer que houve a intenção expressa de matar alguém.Gervásio Silva (DEM-SC) foi indiciado por homicídio culposo. Em julho do ano passado, ele atropelou a garota Samara Roberto Narciso, de 13 anos, na rodovia BR-282. “Eu vinha dirigindo e só a vi quando ela já estava na frente do carro. Ainda freei, mas não deu tempo”, disse ele. O deputado forneceu laudos periciais e relatórios policiais sobre o caso que mostram que a menina tentou atravessar a rodovia à noite, a 15 metros da passarela. “A próxima audiência está marcada para amanhã e espero que o caso seja julgado logo.”O deputado Clóvis Fecury (DEM-MA) aparece como indiciado por uma morte em 2004. De acordo com ele, um dos motoristas de sua empresa, Arnaldo Araújo Figueiredo, atropelou um pedestre. “Ele confessou que estava sozinho e foi reconhecido por testemunhas. Mas todos os diretores da empresa foram ouvidos e levados para reconhecimento. O caso foi muito usado politicamente nas últimas eleições”, afirmou o parlamentar.Airton Roveda (PR-PR) também foi acusado por homicídio. Ele afirma que foi responsabilizado pelo acidente de trabalho de um dos cem funcionários de sua empresa, a mineradora GR Extração de Areia.“Ele morreu em um rio e fui responsabilizado por ser dono da empresa. Meu sócio já foi absolvido, mas meu nome continua lá porque tenho foro privilegiado e o STF ainda não apreciou o caso.”O nome do deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) consta como indiciado nos arquivos do STF e do Tribunal de Justiça de Rondônia em um caso já arquivado, de 1996. “Fui apenas testemunha nesse processo”, diz. O advogado do deputado, Erasto Villa Verde, explica que o processo foi arquivado ainda em fase de inquérito - mesmo assim, alguns jornais divulgaram que Amorim respondia por homicídio. “Processamos esses veículos e ganhamos ”, conta. O deputado confirma um antigo processo a que respondeu, por lesão corporal. “Isso aí é verdade! Tinha um radialista que vivia me incomodando, fui lá dar uns tapas nele e a gente brigou!”O deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) aparece como réu em um processo de tentativa de homicídio. Em dezembro de 1993, quando era governador da Paraíba, ele disparou dois tiros no inimigo político Tarcísio Burity.Nenhum antecedente de violência entre integrantes do Congresso, no entanto, ultrapassa em voltagem o caso do senador Arnon de Mello, pai do ex-presidente Fernando Collor. Em 1963, ele entrou no plenário armado para atirar contra o inimigo político Silvestre Péricles - mas acabou matando o senador José Kayrala.
NOTA : DEPOIS DE SE LER ESTE ARTIGO, COMEÇA-SE A PERCEBER MUITA COISA DA VIDA PARLAMENTAR. AQUI HÁ UNS DIAS,MUITA GENTE EM BRASILIA SE FAZIA ELEGER, PARA NÃO PERDER A IMUNIDADE, E NÃO TER QUE SER JULGADO, SOBRE CRIMES GRAVES DE QUE É ACUSADO.

MORREU UM HOMEM QUE PENSAVA COMO EU,QUEM SÃO NOSSOS LADRÕES BURROS E SAFADOS QUE SÃO NOSSOS GOVERNANTES.

 
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