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COMO DIRIA O CAZUZA...MOSTRA TUA CARA O JEGUE ...

EMPRESÁRIO BURRO MOSTRA TUA CARA...ENGEINHEIRO BURRO MOSTRA TUA CARA...DIRETOR DE BANCO BURRO MOSTRA TUA CARA ..O CAIXA ECONÔMICA FEDENTORAL...BNDS COM b DE BURRO MOSTRA TUA CARA E DIZ QUEM PAGA PRA GENTE FICAR ASSIM Ó ????

Crateras no solo assustam moradores da Vila do Pan

Terreno cedeu e criou buracos de até 50 metros quadrados ao redor dos prédios. Proprietários já pensam em vender apartamentos

POR MAHOMED SAIGG, RIO DE JANEIRO

Rio - Os moradores da Vila do Pan, na Barra da Tijuca, merecem medalha de ouro. Para superar os obstáculos que parecem se multiplicar no condomínio construído para abrigar os atletas durante os Jogos Pan-Americanos de 2007, eles estão tendo que mostrar fôlego de campeões. Problemas no terreno que está afundando vêm provocando a abertura de grandes crateras, algumas com mais de 50 metros quadrados e até três de profundidade.

Foto:Alessandro Costa / Agência O Dia
Canteiro de obras nos apartamentos do Pan | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia

Revoltados com a situação do condomínio, dos poucos proprietários que se mudaram para o local muitos já pensam em se livrar do problema. E estão tentando vender os imóveis até por menos do que pagaram.

“Estou ficando desesperada. Todo dia percebo um problema diferente. Já estou ficando com medo. Por isso decidi vender meu apartamento logo, mesmo perdendo dinheiro, antes que ninguém mais queira vir morar aqui”, desabafou uma moradora, que pagou R$ 300 mil pelo apartamento de três quartos e está disposta a vendê-lo por R$ 250 mil.

Além do surgimento de buracos ao longo do condomínio que abriga 1.480 apartamentos, o deslizamento de terra em algumas áreas também já provocou a queda de várias grades de ferro que circundam os prédios. Elas foram engolidas pelos buracos. Outras que ainda permanecem de pé estão completamente tortas e comprometidas.

Nem os estacionamentos construídos no subsolo dos edifícios escaparam dos problemas. Basta chover para que fiquem alagados. “Estou arrependido de ter investido meu dinheiro aqui. Nada funciona. E, o que é pior, estou vendo o condomínio afundar sob meus pés e ninguém faz nada para resolver o problema. A única coisa que fazem é fechar os buracos que aparecem”, criticou o advogado Marcelo Bianchi, 38, que também é dono de apartamento de três quartos no condomínio.

Atendendo a convite de O DIA, o engenheiro Antônio Eulálio Pedrosa, especialista em estruturas, esteve no local. Apesar de ter ficado surpreso com o tamanho e a profundidade de algumas crateras, ele descartou os riscos de desabamento dos prédios. “Mas, como esse solo é muito mole, não há como evitar que ele continue adensando (rebaixando) ao longo do tempo”, afirmou Eulálio, que aproveitou para fazer um alerta.

“É preciso fixar suportes sob as tubulações para evitar que elas se rompam, provocando fuga de material do solo por dentro da rede. Isso causaria a formação de novas crateras ou ampliação das atuais, comprometendo a estabilidade dos muros, calçadas e caixas de quadros elétricos. Sem isso, os moradores serão obrigados a conviver com o problema. E, com o tempo, podem até precisar de passarelas para entrar nos prédios”, afirmou.

Segundo Eulálio, em caso de rompimento da tubulação de esgoto, o vazamento também pode provocar a “contaminação do lençol freático e até da água utilizada pelos moradores do condomínio”.

Problemas surgiram durante a obra

Construído para abrigar os mais de oito mil atletas que vieram ao Rio participar dos Jogos Pan-Americanos de 2007, o condomínio Vila do Pan começou a demonstrar sinais de fragilidade ainda durante a fase de obras. A poucos dias da chegada das primeiras delegações, pelo menos duas crateras com até 100 metros quadrados surgiram no terreno. Um dos buracos, que se formou no dia 25 de maio de 2007 deixou à mostra as estacas usadas para garantir a sustentação de um dos edifícios.

Na época, a Construtora Agenco, responsável pelas obras, informou que o problema foi provocado pelo afundamento da sustentação de algumas tubulações por onde passam redes de água, esgoto, gás e até fios de telefone e de luz, que ficam localizados sob os jardins, vias e calçadas do condomínio. Após o acidente o diretor da construtora, Sérgio Goldberg, chegou a garantir que o problema havia sido resolvido, e que não havia riscos de novos desabamentos no terreno.

Mas, dois anos e meio depois, o problema continue tirando o sono dos moradores do condomínio.

Complexo esportivo ainda parado

A insatisfação dos moradores e proprietários do condomínio da Vila do Pan com as precárias condições do local foi parar na Justiça, onde já foram impetradas mais de 300 ações. Revoltados, eles também reclamam de promessas feitas durante a venda dos imóveis e que até hoje não foram cumpridas. A principal reivindicação é a construção de um complexo esportivo que ainda não saiu do papel.

Procurada por O DIA, a Construtora Agenco, responsável pelo empreendimento, não retornou as ligações. Gerente-geral do condomínio, Jorge Luís Rocha tentou amenizar o problema. “Esses buracos foram provocados por um problema do solo. Mas tudo que foi danificado está sendo recuperado”, informou Jorge, que não soube detalhar os projetos de prevenção.

Sobre a obra do complexo esportivo, o gerente-geral limitou-se a dizer que o problema é burocrático. “Só estamos dependendo de uma licença ambiental da Prefeitura”, justificou Jorge, que não soube explicar as razões da demora.

Agente financeiro do empreendimento, a Caixa Econômica Federal informou que não recebeu nenhuma queixa formal dos moradores. Caso isso ocorra, a Caixa prometeu acionar a construtora.


Fonte : Jornal O Dia



Gerente-geral do condomínio, Jorge Luís Rocha tentou amenizar o problema. “Esses buracos foram provocados por um problema do solo.


SE ELE NÃO DIZ ISSO NINGUÉM IA SABER QUE ERA "PROBREMA NU SOLO"...o povo burro !

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

COMPRAR COISA FEITA DE BURRO SE TORNA BURRO COMO TAL !

MAIS BOSTAS FEITAS PELOS SENHORES ENGRAVATADOS CHIQUES DA CAIXA ECONÔMICA FEDENTORAL E SEUS EMPREITEIROS CORRUPTOS !
Terça - 12/05/09 07h34, atualizado em 12/05/09 07h57

Moradores do prédio que afundou na Muribeca aguardam auxílio-moradia

Nesta semana, eles puderam voltar ao local para retirar os móveis dos apartamentos; sem alternativa, ex-morador divide novo lar com porcos



Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

O risco de desabamento de um prédio no conjunto Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, no início deste mês, fez os moradores desocuparem os apartamentos. Muitos foram para casa de parentes.

O prédio está às escuras. Novas rachaduras aparecem a cada dia - e pensar que, até semana passada, 32 famílias moravam no local. No último dia 3 de maio, o Edifício 155 do Conjunto Muribeca afundou dez centímetros e inclinou cinco centímetros para a esquerda. Os moradores tiveram que sair correndo, tudo ficou para trás. Só esta semana eles puderam voltar, mas por pouco tempo.

A prefeitura liberou o prédio para que os moradores, divididos em pequenos grupos, pudessem retirar os móveis que estavam nos apartamentos. A espera, agora, é pelo auxílio moradia, que vai ser pago pela prefeitura até a justiça decidir se o pagamento é uma responsabilidade da Caixa Econômica Federal ou da seguradora.

O representante da prefeitura que coordena a regional Muribeca, Joni Alves da Silva, diz que as famílias estão sendo cadastradas pela Defesa Civil. "O prefeito determinou que sejam pagos R$ 400 a cada vitima, até a justiça decidir quem deve pagar os aluguéis", afirmou.

Enquanto espera o dinheiro chegar, o corretor Hildebrando José da Silveira conta com a solidariedade. Ele conseguiu emprestado este galpão para guardar os móveis, e ganhou um novo vizinho: um porco.

“Aqui é lugar pra porco morar mesmo, mas eu me vi totalmente desamparado naquele momento e dou graças a Deus por ter conseguido esse espaço, cedido pelo meu cunhado, para colocar minhas coisas”, disse.



Fonte: PE 360°

MAIS RELINCHADOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDENTORAL

Morador de residencial no bairro Duque de Caxias aponta rachaduras e trincas em condomínio

FOTO: JOÃO LÊUS
Morador de residencial no bairro Duque de Caxias aponta rachaduras e trincas em condomínio


FOTO: JOÃO LÊUS


Cidades

TRINCAS E RACHADURAS
Moradores reclamam de abandono em residencial no Duque de Caxias
Eles criticam administradora de condomínio e também responsabilizam construtora

Moradores do Residencial Duque de Caxias, localizado em bairro de mesmo nome, estão revoltados com o descaso da Exacta, administradora do condomínio, que segundo eles não promove as reformas necessárias no local. "O piso do estacionamento está afundando há mais de dois anos e ninguém faz nada. Além disso, a maioria dos prédios apresenta trincas e rachaduras, e essa mesma situação acontece nos apartamentos, que também apresentam muito mofo em decorrência de infiltrações. Pagamos R$ 68 de taxa de condomínio mas não temos nenhuma obra de melhoria no residencial. Quem construiu o condomínio foi a Construtora Jalk, que foi contratada pela Caixa Econômica Federal", reclama o morador José Valdinésio da Silva, que reside no apartamento 202, bloco E.

A moradora do apartamento 301 do bloco E, Marlene da Costa Morais, também avalia que a empresa responsável pela construção do condomínio tem responsabilidade nos problemas, pois ocorreram várias falhas estruturais. "Temos laudos do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil que confirmam estas falhas. Só que a Caixa é omissa em relação a estes problemas e os prejudicados somos nós, moradores", afirma.

Em relação à administradora do condomínio, a moradora avalia que esta funciona apenas como uma pagadora de contas de água e luz. "Só toma medidas paliativas em relação aos graves problemas como trincas e infiltrações que praticamente todos os apartamentos sofrem. Não faz nenhuma melhoria e já estamos cansados de tanta omissão".

Até o fechamento desta edição, a reportagem não havia conseguido contato com a construtora, a Exacta e a Caixa.

Fonte : O Tempo Betim

MAIS ROUBO E O POVO BURRO NÃO ACORDA,meu conforto é que essas pragas quando morrem é o Ricardão que come o dinheiro deles com a viuva ! kkkkk

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uma nota preta


Equipe Especial CI
A Vila Olímpica projetada para a Barra da Tijuca foi descrita oficialmente na proposta da candidatura do Rio como uma excepcional operação empresarial e financeira.

Você pode conferir a operação através do site oficial do COB, indicado mais abaixo. Aqui, está um resumo feito por equipe especial do CidadeInteira:

  1. O dono do terreno e também construtor da Vila receberá recursos da Caixa a juros especiais. A operação financeira é assim descrita no site oficial (pg 204):
“O financiamento está totalmente garantido pela Caixa Econômica Federal (CEF), que garantiu todos os recursos necessários para o empreendedor, com taxas de juros preferenciais. O Governo Federal propôs esse modelo de financiamento com o objetivo de reduzir os riscos do projeto através de um pacote financeiro seguro.”

  1. O mesmo empresário tem a garantia que outros projetos de seu interesse receberão tratamento especial da Prefeitura. O site oficial diz:
Apesar disso, além do atraente pacote financeiro do Governo Federal, uma série de outros incentivos será oferecida ao empreendedor:

Entre esses incentivos:

Novas licenças de construção, dentro da legislação de zoneamento em vigor na cidade e de acordo com o EIA-Estudo de Impacto Ambiental.

Procuramos alguns especialistas em aprovação de projetos. Nenhum soube dizer o que isto significaria como incentivo. Se estas ‘novas licenças’ estão dentro da legislação de zoneamento e de acordo com o EIA, onde está o incentivo? Será que elas estarão fora dos índices de aproveitamento dos terrenos? Outros empreendimentos do mesmo empresário na Barra seriam autorizados? Ou seriam empreendimentos talvez nas Vargens? Com quantos andares?

  1. Outras garantias serão oferecidas ao empresário pelas ‘autoridades brasileiras’ (isto é, pelos dinheiros públicos):
A imediata construção de vias planejadas, serviços e recuperação ambiental do entorno.

Como nos terrenos da Vila Olímpica e em seus entornos não há infra-estrutura, ela será construída pelo governo. As vias planejadas serão construídas pelo governo. O tratamento ambiental da lagoa e dos cursos dágua da região serão responsabilidade do governo. Quando? Imediatamente.

Sabe-se, também, que aquela região tem o subsolo muito frágil, onde predomina a ‘turfa’. O governo será responsável pela consolidação geológica dos terrenos, de modo a garantir a implantação das infra-estruturas e vias planejadas? (Veja o caso do ‘escândalo Delfim’, junto ao Rio das Pedras, construído há mais de 25 anos, também em zona de turfa, e até hoje não consolidada: o terreno continua afundando, com ruas e infra-estruturas, idem.)

  1. O empresário, que é o dono do terreno e construtor, compromete-se a construir 34 edifícios de 15 pavimentos. (pg. 194). No Plano Lucio Costa não havia previsão para tal ocupação. Mas, nos últimos anos, uma sucessão de leis e decretos passou a admiti-la. Os edifícios somam cerca de 2.500 apartamentos. Estes, terão área média de aproximadamente 220m2 (edificação e serviços) e contarão com varanda + salas + 4 quartos ou varanda + salas + 3 quartos, além dos quartos de serviço. (Pg. 219)
  1. Os apartamentos serão vendidos e a Caixa Econômica Federal, no intuito de dar plenas garantias ao empreendedor, oferecerá:
Taxas de juros diferenciados para os compradores.
Essas e outras iniciativas foram utilizadas no desenvolvimento da Vila Pan-americana, garantindo benefícios para o empreendedor, além de uma campanha de vendas de muito sucesso.

  1. Finalmente, sabemos que os apartamentos assim construídos e financiados serão alugados, por ocasião dos Jogos, a preço já estabelecido:
O custo acordado de locação obedecerá a um teto de US$ 18,9 milhões.

Enfim, são essas informações expedidas pelo COB com o sentido de nos tranquilizar a todos, mas sobretudo ao empresário, quanto às condições em que a Vila Olímpica será construída.

Mas não podemos deixar de considerar que esses investimentos serão públicos. Ou seja, são também uma contribuição das famílias moradoras das áreas mais deprimidas da cidade, da Zona Norte, da Baixada, de São Gonçalo. Moradores dos loteamentos e das favelas. Todos, investindo na Vila Olímpica, que custará uma nota preta, mas que será construída, infra-estruturada, tratada e vendida com subsídios importantes para seus empresários, construtores e adquirentes dos apartamentos.

Para ter subsídio, é preferível onde a cidade possa melhor aproveitar. E onde moradores de renda menos elevada possam ser os candidatos. A Vila Olímpica localizada na Área Portuária poderia ser preferencialmente dedicada a apartamentos menores. E toda a cidade se beneficiaria com a ocupação residencial no Centro.

Veja o volume sobre a Vila Olímpica no site oficial da Rio 2016.


2 comentários:

Lucas Franco disse...

Reparem que a foto da capa do volume é um jogo de tênis com o Corcovado ao fundo, entretanto, a modalidade também está programada para a Barra.
Sugiro um argumento para convencer o COI sobre as mudanças no projeto original:
"Fiquem tranquilos, com a mudança das instalações para a Zona Portuária, as coisas ficarão como nas belas fotos e vídeos que lhes apresentamos."

Anônimo disse...

Vejam o filme da UOL sobre a Vila do PAN de 30/10/2009 em UOL Notícias, título: "Vila do Pan transformou-se em dor de cabeça para moradores". Qualquer semelhança não é mera coincidência. Vejam também o reltório sobre a CPI do PAN na Câmara Municipal do Rio. É de arrepiar! A história se repete num curtíssimo espaço de tempo...


Fonte : Cidade Inteira

 
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