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ESSA É A FALSA ORDEM DO PREFEITO DO RIO,no cú dos outros é refresco "nhé"?










TENHO CERTEZA QUE VC VOTOU NELE NÉ....BEM FEITO SE FUDEU,SE FUDEU,SE FUDEU ÊÊÊÊ \O/
continua vendo Big brother Brasil e novela seu filho da puta...ré ré ré !!!!

Quando denunciei o uso irregular de um terreno da Prefeitura, vizinho à minha residência, no bairro da Freguesia/Anil, em Jacarepaguá (Tenente Coronel Muniz Aragão n. 1065). Como então escrevi (http://oglobo.globo.com/participe/mat/2009/02/06/leitor-diz-que-prefeitura-despeja-lixo-em-terreno-vizinho-escola-em-jacarepagua-754294651.asp), todo o material apreendido no “Choque de Ordem” era despejado de qualquer maneira, neste local, sem qualquer compromisso com a saúde pública e o bem comum.

Em março, quando houve uma reportagem do RJ TV, o Sr. Rodrigo Bethlem prometeu publicamente que o terreno seria esvaziado. No entanto, até agora, o que temos é a permanência da bagunça: algumas coisas são retiradas, outras chegam e, à noite ouvimos a grande movimentação de caminhão e pessoas falando. Há até uma picape branca, abandonada no meio do mafuá.

Ainda ontem, dia 16/06, minha esposa e eu subimos no muro de nossa casa para fotografar o terreno e mais uma vez denunciarmos este abuso, quando fomos interpelados por um guarda municipal, vide fotos, que grosseiramente “determinou” que não poderíamos fotografar o terreno, pois ele estava sendo “limpo”. Ou seja, eu, na minha casa, com minha máquina fotográfica, tenho meus direitos cidadão cerceados por uma “autoridade” da Prefeitura… Quer dizer que devo suportar esta mixórdia sem incomodar o “xerife”? Que tempos são esses, em que tenho que viver incomunicável, como em prisão domiciliar?

Socorro! Era só o que faltava!

Choque de DESordem em terreno da Prefeitura

Prezados Leitores e Prezada Prefeitura,





Resolvi criar este blog na tentativa de fazer chegar até às autoridades competentes meu pedido de socorro.

Meu condomínio (e outros tantos) é vizinho deste terreno da Prefeitura, localizado na Av Tenente Coronel Muniz Aragão, n. 1065. Tal terreno tem servido de depósito do material recolhido durante o choque de ordem.





Esse acúmulo de material, depositado ao tempo, tem me proporcionado, como vizinha de muro deste terreno, uma quantidade absurda de baratas, mosquitos, moscas e ratos, que simplesmente chegam até minha casa.



Em frente ao terreno, temos a Escola Municipal “Poeta Mário Quintanna” expondo, além da vizinhança, todas as crianças a este lixão a céu aberto. Numa total desconsideração à ameaça dos ratos e da dengue, já que este é um dos bairros mais castigados da cidade, todo este lixo é depositado lá, diariamente, sem a menor precaução.



Há 2 meses tenho tentado falar com um Órgão da Prefeitura mas infelizmente não recebo retorno algum. Já enviei e-mails para a Ouvidoria, já liguei para a Ouvidoria, que me encaminhou para a Coordenação de Controle Urbano, que me encaminhou para a Secretaria Especial de Ordem Pública….. e lá se vão 2 meses nesse empurra-empurra…



Entendo que esse material precisa ser guardado em algum lugar… mas justamente numa área residencial????



Acredito que a Prefeitura vai trazer a tão esperada Ordem para nossa cidade, mas acho também que não adianta trazer ordem para um lado e desordem para outro. Nosso IPTU não é o de uma residência vizinha a um vazadouro! Pedimos ajuda!

FONTE :Um visinho da burrice,ré ré ré !!!clic aqui e veja onde achei essa informação extupenda de mais um político nota 10 em QI

quarta-feira, 15 de julho de 2009

CALMA GENTE,TEM MUITO MAIS BURRICE DE ONDE VEIO ESTA,NOSSO BRASIL É UMA FONTE INESGOTÁVEL,parabéns governantes ! !



Criança morre por não conseguir ser removida para clínica na Tijuca
Fernando Torres - Extra

RIO - Alan Souza de Brito, de 29 anos, e Geizimery Costa dos Santos, de 28, enfrentaram nesta quinta-feira a dor de sepultar a filha de 1 ano depois de não conseguirem transferi-la de uma clínica em Nova Iguaçu para uma unidade de saúde na Tijuca, no Rio. Thalyta Allana Fernandes, que ainda precisava de cuidados devido a uma meningite, foi internada quarta-feira na clínica Prontonil. Ela sofreu uma parada cardíaca e precisou ser transferida, porque a unidade não dispunha dos recursos necessários. Às 19h, a família conseguiu uma vaga no Hospital São Vicente de Paulo, na Tijuca. Mas não conseguiu transferi-la a tempo, mesmo chamando uma ambulância do Corpo dos Bombeiros ( assista ao vídeo sobre a tragédia com a criança ).

Segundo os pais da criança, a única ambulância da clínica não estava disponível. A família, então, ligou para o Corpo de Bombeiros. À meia-noite, o socorro chegou, mas o veículo não tinha condições de fazer a remoção, pois o balão de oxigênio era para pessoas com mais de 15 quilos e a criança, fragilizada, estava só com oito.

Às 3h30min desta quinta-feira, Thalyta morreu devido a uma pneumonia.

O relatório de atendimento de Allana revela que sua transferência foi pedida por um pediatra da Prontonil. Segundo o documento, o veículo sem o balão de oxigênio compatível pertencia ao Grupo de Socorro de Emergência (GSE) dos bombeiros. O médico da clínica disse que solicitou outra ambulância, mas o pedido teria sido recusado.
Versões contraditórias

Os bombeiros alegaram que tentou ajudar e destacou que o transporte de pacientes entre unidades é uma responsabilidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo a corporação, o pediatra, ao ver que o balão da clínica não poderia ser acoplado à ambulância, cancelou a transferência.

Aílton Somar, da Prontonil, disse que o procedimento padrão é acionar o Samu e não soube explicar o motivo de ter sido chamado o GSE.

Fonte:Jornal Extra-Rio

sexta-feira, 3 de julho de 2009

 
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